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O Dicionário de Latim-Português, da colecção Editora, é uma obra de referência para o domínio do Latim, satisfazendo as necessidades específicas de estudantes, professores e tradutores.
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A Lenda do Cajado de Carvalho: Crônicas de uma Floresta Esquecida Autor: Elara Vance Gênero: Fantasia Épica, Aventura, Mitologia Sinopse: Nas profundezas da Floresta Murmurante, um reino esquecido pela memória dos homens, jaz o Cajado de Carvalho, um artefato de poder ancestral que, segundo as lendas, tece a própria realidade dos seres vivos que ali habitam. A história se desenrola em torno de Lyra, uma jovem cartógrafa de uma vila marginalizada na fronteira da civilização, cuja vida é abruptamente alterada quando um presságio sombrio anuncia o enfraquecimento da barreira mágica que protege a floresta. A cada anoitecer, as sombras se alongam de maneira não natural, e criaturas que antes eram meros mitos começam a cruzar o véu entre os mundos. O Ancião da vila, guardião de segredos que remontam à Primeira Era dos Espíritos, revela a Lyra sua verdadeira linhagem: ela é a última descendente da linhagem dos Tecelões de Seiva, os únicos capazes de empunhar o Cajado e restaurar o equilíbrio. A jornada de Lyra não é apenas uma busca; é uma corrida contra o tempo. Ela deve atravessar os domínios traiçoeiros da floresta, enfrentando espectros de névoa, os astutos Gnomos da Raiz Profunda, e a ameaça crescente do Sombra-Ferreiro, um ser que busca corromper o Cajado para remodelar o mundo à sua imagem de trevas. Ao longo do caminho, Lyra encontra aliados improváveis: Kael, um ex-cavaleiro exilado, assombrado por um juramento quebrado; e Roric, um elemental da água sarcástico, cuja lealdade é tão fluida quanto seu corpo. Juntos, eles desvendam enigmas deixados por civilizações extintas, decifram runas gravadas nas cascas das árvores milenares e confrontam verdades dolorosas sobre a origem da própria Floresta Murmurante – um lugar criado, e não apenas nascido. A narrativa mergulha em complexas questões de destino versus livre arbítrio, o preço da imortalidade e a sustentabilidade do poder. Enquanto as forças das trevas se concentram para o confronto final no Coração da Clareira Lunar, Lyra deve aprender a dominar não apenas a magia do Cajado, mas também a força silenciosa que reside em aceitar seu papel, mesmo quando o fardo parece pesado demais para ombros tão jovens. O destino de incontáveis vidas repousa na firmeza de seu aperto sobre o carvalho antigo. O Mundo de Aethelgard: Uma Tapeçaria de Terra e Magia A Floresta Murmurante (Sylva Susurrans): A Floresta Murmurante não é apenas um cenário; é um personagem central. É uma entidade viva, pulsando com uma energia mágica residual da criação do mundo. Suas árvores, os Arbor Magna, possuem copas tão densas que o céu é visto apenas como fragmentos de luz esverdeada. O solo é um labirinto de raízes entrelaçadas que se movem lentamente ao longo das estações, alterando trilhas e desorientando intrusos. A magia da floresta é dual: nutre e devora. Espécies de flora bioluminescente iluminam caminhos perigosos, mas toxinas sutis permeiam o ar em certas áreas, testando a resistência dos viajantes. Os riachos dentro da floresta, alimentados por nascentes subterrâneas puríssimas, são conhecidos como "Veias de Prata", e é dito que beber de suas águas revela uma verdade oculta da alma. As Facções em Conflito: 1. Os Tecelões de Seiva (O Legado de Lyra): Uma linhagem antiga, quase extinta, dedicada a manter o equilíbrio entre a magia bruta da floresta e a ordem natural. Eles não manipulam a magia; eles a harmonizam. O Cajado de Carvalho é o foco de seu poder, pois ele contém a primeira semente de vida plantada em Aethelgard. Seu conhecimento é transmitido através de cânticos silenciosos e rituais realizados ao luar. 2. O Sombra-Ferreiro (Antagonista Principal): Um ser cuja origem é nebulosa, possivelmente um antigo deus ferreiro rejeitado, que busca "aperfeiçoar" a natureza através da rigidez e do controle. Ele não deseja destruir a floresta, mas sim forjá-la em uma estrutura mecânica, imutável e eterna, eliminando o caos inerente à vida. Suas criaturas são construídas de obsidiana mágica e ferro frio, resistentes à magia orgânica. 3. Os Cronistas do Subterrâneo (Gnomos da Raiz Profunda): Seres robustos e territorialistas que vivem nas câmaras de raízes sob a floresta. Inicialmente neutros, eles veem o enfraquecimento da barreira como uma invasão de seu domínio. Eles são mestres em forjar objetos a partir de minerais raros e conhecem os caminhos mais antigos, mas exigem um tributo significativo de conhecimento ou sacrifício para guiar qualquer um. 4. Os Errantes do Limiar (Humanos da Fronteira): A população à qual Lyra pertence. Vistos com desconfiança tanto pelos seres da floresta quanto pelos reinos civilizados do oeste, eles vivem à margem, sobrevivendo através do comércio de ervas raras colhidas na orla da Murmurante e da habilidade em sobreviver onde outros falham. Os Artefatos e a Mitologia: O Cajado de Carvalho não é apenas um cajado; é um catalisador. Feito do tronco da primeira árvore, ele é inerentemente ligado ao ciclo de morte e renascimento. Quando ativado por um Tecelão de Seiva, ele permite que o usuário comunique-se com a Memória da Terra, acessando o conhecimento e a força dos séculos passados. Seu poder, no entanto, drena a energia vital do usuário se for usado em excesso. A lenda central que Lyra precisa compreender é a da Fratura do Tempo. Há eras, a floresta foi protegida por um anel de cristais dimensionais, mas um antigo Tecelão, obcecado pela imortalidade, tentou parar o ciclo das estações, resultando na quebra dos cristais e na criação das sombras instáveis que agora ameaçam o mundo. O Sombra-Ferreiro busca replicar esse erro, mas com o objetivo de congelar o tempo para sempre. A Jornada de Lyra: Desafios e Desenvolvimento do Personagem A jornada de Lyra é estruturada em três atos de descoberta: A Descoberta da Herança (O Início): Lyra é introduzida como cética e prática, mais inclinada à precisão da cartografia do que à fé nas lendas. Seu primeiro teste é puramente físico: ela precisa provar ser digna de cruzar o Véu da Névoa, uma barreira ilusória que testa a honestidade do coração. Ela falha inicialmente, iludida por uma visão de sua vila segura e próspera. O Ancião a força a aceitar que a realidade é mais sombria do que seus mapas. A Aliança e o Conflito Interno (O Meio): A aliança com Kael e Roric força Lyra a confrontar a moralidade de seu poder. Kael, o cavaleiro, é um mestre em combate físico e estratégia, ensinando Lyra a se defender sem depender unicamente da magia. Roric, o elemental, representa a natureza caótica que Lyra tenta, por instinto, organizar. O conflito surge quando Lyra é forçada a usar o Cajado para salvar Kael de uma armadilha dos Gnomos, drenando perigosamente sua própria vitalidade, o que a faz duvidar se a missão vale sua vida. Um ponto crucial é a visita à Cidade Submersa de Eldoria, uma ruína pré-cataclismo. Lá, eles encontram os registros que revelam que a primeira Tecelã de Seiva não era uma heroína, mas sim uma figura trágica que sacrificou seu amor para selar a Fratura, introduzindo a melancolia na magia da floresta. Lyra percebe que seu destino não é apenas salvar, mas carregar a dor da responsabilidade. O Confronto Final (O Clímax): O clímax ocorre no Santuário da Clareira Lunar, um local onde a luz da lua toca o solo sem a interferência das folhas. O Sombra-Ferreiro já começou a fundir as energias corrompidas da floresta com seu ferro frio. A batalha não é vencida apenas pela força bruta. Lyra, utilizando o conhecimento de Kael sobre táticas e o entendimento de Roric sobre fluxos de energia, percebe que o Sombra-Ferreiro é vulnerável à mudança. Ele odeia o ciclo. Em vez de tentar destruir o artefato sombrio, Lyra usa o Cajado de Carvalho para forçar uma explosão de crescimento acelerado na área circundante – um dilúvio de vida orgânica e caótica que sufoca e desestabiliza a estrutura rígida do Sombra-Ferreiro. Ao restaurar o fluxo natural, o poder do Cajado se estabiliza. Lyra não se torna uma deusa, mas sim a Guardiã, aceitando a imperfeição e a constante luta inerente à preservação da vida. Ela opta por não fechar completamente a Fratura, pois entende que o caos e a sombra são necessários para definir a luz, permitindo que a Floresta Murmurante continue a evoluir, embora sob sua vigilância. Temas Centrais O Peso da Continuidade: A luta para manter o equilíbrio, aceitando que a paz é temporária e a vigilância é eterna. Cartografia vs. Realidade: A falha das ferramentas humanas (mapas, lógica) em capturar a natureza fluida e mágica do mundo real. Sacrifício e Legado: O preço pessoal exigido daqueles que herdam responsabilidades antigas e a necessidade de reinterpretar esse legado em novos termos. A Beleza da Imperfeição: O confronto entre a ordem estéril buscada pelo Sombra-Ferreiro e a vida vibrante, mas perigosa, representada pela floresta em constante mutação.